Cartão de Doador Voluntário de Medula Óssea
Como já falei, no ano passado fui ao Hemosc para me inscrever como doadora voluntária de medula óssea. Meses depois, recebi em casa este cartão:

Ele traz meus dados: nome e número de identificação no REDOME (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea). No verso, a solicitação para manter os dados atualizados (por telefone ou email) e para manter a família informada sobre a escolha de realizar a doação.
Como fiz em outros momentos, antes de escrever este post procurei no Google mais informações sobre o Cauã, um menininho que precisava de transplante de medula óssea. A família fez, no ano passado, uma campanha buscando mais doadores de medula, para tentar encontrar um doador compatível. Sempre pesquisei tendo esperanças de encontrar uma boa notícia, falando que ele havia conseguido o transplante e estava se recuperando. Infelizmente, não foi o que aconteceu. Segundo o jornalista Ozias Alves Junior, Cauã não resistiu à espera. Fiquei muito, muito triste. Sei o quanto a família se esforçou para que ele recebesse o tratamento adequado e como Cauã foi forte nesse período.
Continuo com a esperança de poder ajudar outras pessoas. Ter recebido o cartão de doador não é garantia de que vá fazer a doação. Quando for verificado que um possível doador é compatível com algum paciente, é chamado para realizar novos exames e, então, confirmar a vontade de fazer o procedimento. Espero, então, um dia ser chamada, porque tenho certeza que irei confirmar.

