Vacina Quíntupla
Que criança gosta de tomar vacina? E que pai ou mãe não sente um aperto no coração quando é hora de levar o filho para tomá-la? As vacinas múltiplas amenizam o problema, pois reúnem em uma só aplicação diferentes vacinas.
Exemplos de vacinas múltiplas são a Dupla (contra difteria e tétano), a Tríplice (contra difteria, tétano e coqueluche) e a Tetravalente (difteria, tétano, coqueluche e meningite). Uma nova opção e a Vacina Quíntupla, ou Pediacel. Ela imuniza contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e poliomielite. É aplicada em 3 doses e 2 reforços: com 2, 3, 4 e 18 meses e entre 4 e 6 anos.
A vacina Tetravalente já é oferecida gratuitamente pelo SUS, podendo ser aplicada em postos de saúde. A vacina Quíntupla, entretanto, ainda é disponibilizada apenas em clínicas particulares. Pais interessados em utilizar a vacina em seus filhos devem consultar o pediatra para orientação.


junho 8th, 2009 at 4:36 am
[...] Vacina Quíntupla – Renata Pinheiro [...]
junho 8th, 2009 at 5:01 am
Renata, eu vejo a vacinação com bastante cuidado. Se uma vacina quíntupla economiza picadas, por outro lado, derrama uma carga viral enorme numa criança. Imagina seu corpo tendo que combater 4, 5 ou 6 doenças de uma vez?
Imagina você com difteria, tétano, coqueluche, meningite e poliomielite ao mesmo tempo!
Pensando assim, eu prefiro as picadas isoladas.
Outro fator importante é que evito vacinas novas.
A sextupla que englobava hepatite A, se não me engano, depois de meses sendo administrada, foi retirada do mercado pela Anvisa porque não estava imunizando contra essa doença.
Olha que coisa grave!
1. Os pais pensam que seus filhos estão imunizados e não estavam
2.Pagaram mais por uma vacina que é cara pensando que estava tomando uma atitude de qualidade por seus filhos
3. Se não estava imunizando, pode-se concluir que os testes não foram feitos corretamente e que as crianças foram usadas como cobaias ? É uma séria possibilidade. A indústria farmacêutica vai negar? Claro que vai. Mas lembre-se: para a indústria, doença é dinheiro, doença é lucro.
Então, se é prá vacinar, o ideal é sempre usar medicamentos que já estejam no mercado há bastante tempo.
E também procurar saber se a vacina é de vírus vivo ou atenuado. As vacinas de vírus vivo tem alto índice de desenvolvimento da doença por conta da vacinação, na de vírus atenuado, este risco reduz bastante.
Geralmente, as vacinas de vírus atenuado são particulares, mais caras. Por isso, sempre bom perguntar tudo antes de vacinar nossos filhos.
Que mundo triste este que vivemos.
Beijos.
junho 8th, 2009 at 5:31 am
Ana,
Antes de falar sobre a vacina, procurei pesquisar e ler sobre ela. Esta vacina usa apenas vírus inativo da poliomielite e os demais são vírus acelulares (apenas partes dos vírus). Assim, o risco de que ela cause alguma das doenças é bastante reduzido.
Quanto à carga viral, não acredito que seja um problema. Eu a evitaria em crianças com baixa imunidade, por exemplo, mas utilizaria em meus filhos (se os tivesse), se a saúde deles estivesse bem. Por isso, sugeri que os pais procurem o pediatra antes de aplicar a vacina, pois é importante uma avaliação profissional para determinar se a vacina realmente será benéfica para a criança.
Mas também concordo com suas colocações. É importante ter consciência e cuidado. A indústria farmacêutica, bem como a de equipamentos de medicina, está voltada para o lucro, não apenas para o bem dos pacientes. Vivencio isso por causa de meu marcapasso: a escolha por determinado modelo ou marca aconteceu porque o cardiologista o considera o melhor para mim ou porque ele tem incentivo do fabricante? Adianta perguntar para o médico? Ele vai admitir se a segunda opção for a verdadeira? O que posso fazer é escolher uma equipe médica em que eu tenha confiança, pergunte muito e pesquise sobre as escolhas do médico.
Com crianças, essa atenção tem que ser ainda maior. Fico satisfeita por ver uma mãe tão consciente e interessada em alertar sobre o assunto.
março 20th, 2010 at 7:16 am
[...] Vacina Quíntupla – Renata Pinheiro [...]