Quer saber como decidi ser fisioterapeuta? Assistindo um filme!
Eu queria ajudar as pessoas. Curar doenças, aliviar dores, ajudar a manter a saúde. Ainda que minha matéria preferida fosse Matemática, a área que eu sabia que me realizaria profissionalmente era a da saúde. Escolhi Medicina, pois esse era o curso mais comentado e sobre o qual tinha mais informação.
Até que numa dia de folga, comecei a ver o filme que estava passando na Sessão da Tarde. Perdi o começo do filme, não sabia o nome nem como tudo tinha acontecido. Mas Harrison Ford estava em uma UTI de hospital, em coma. Melhorou um pouco e foi transferido para um centro de reabilitação. E ali, em meio a outras terapias, conheceu Bradley, o fisioterapeuta. A dedicação do profissional, sua competência, sua relação com o paciente, o que ele conseguiu fazer por Henry, tudo me comoveu. E ali, naquele instante, na frente da televisão, entendi o que queria fazer pelo resto da minha vida.
Não era médica que eu queria ser. Sem saber, eu queria ser uma fisioterapeuta. Queria estar presente na vida dos pacientes, acompanhando cada momento e cada vitória que alcançassem. Não é exagero dizer que esse vídeo mudou minha vida. Talvez eu também fosse feliz se hoje fosse uma médica. Mas tenho certeza que me sinto muito mais realizada sendo fisioterapeuta.
Uns anos depois, pesquisando no Google, descobri que o filme se chamava Uma Segunda Chance, ou Regarding Henry. Henry Turner, vivido por Harrison Ford é um advogado frio, sem ética e que não dá atenção à esposa Sarah (Annette Bening) e à filha Rachel (Mikki Allen). Depois de ser ferido com dois tiros, Henry precisa reaprender a falar, andar e recuperar a memória. Bradley (Bill Nunn), o fisioterapeuta, é quem mais o estimula. A filha também tem um papel muito importante em sua recuperação. Henry reaprende a viver e percebe quantos erros cometeu antes de ir para o hospital.
O filme é de 1991, e assisti em 1995. Tentei consegui-lo algumas vezes, pois queria muito rever e conhecer o início da história. Queria também ter o filme. Hoje, assim que acordei, assisti. Dessa vez, me emocionei ainda mais: a história é bonita, a profissão é linda, lembrei de quando a descobri… Mas agora, ainda melhor: Bradley era o profissional que eu queria ser – e agora sou!

22 de janeiro de 2009 em 20:38
Que história bacana Renata !
Não tenho certeza mas acho que já vi esse filme…
Acho linda mesma a sua profissão… sabia que quando mais nova tinha o sonho de ser fisioterapeuta, cheguei até a ver o curso na UNICID e em uma outra… mas isso é outra história…rs
Parabéns pela realização de seu sonho viu !
E um 2009 maravilhoso para vc !
Até mais.
beijos
27 de janeiro de 2009 em 10:21
Obrigada, Paula! Um ótimo 2009 pra você e pras suas filhas fofas!
22 de janeiro de 2009 em 20:44
Oi Renata!! Que bela história; tenho certeza de que és uma profissional extremamente competente e humana, algo tão necessário na Saúde brasileira. Fico cada vez mais feliz por conhecê-la!
grande beijo!
27 de janeiro de 2009 em 10:22
Tanya, se eu consigo ser um pouquinho daquele profissional do filme, fico feliz!
Beijo pra você também!
26 de janeiro de 2009 em 18:28
Eu admiro muito o trabalho dos fisioterapeutas.
Porque além de fazer seu papel na reabilitação de pacientes,se torna um verdadeiro amigo e incentivador!!!
Tenho uma amiga fisioterapeuta e adorava (ela mora em Minas e eu no Rio)ouvir as histórias que ela contava sobre pacientes.Ela dava força,mas eles davam muito mais a ela.:D
Parabéns pela linda profissão!!!
Beeeijos
27 de janeiro de 2009 em 10:38
Obrigada, Erica!
Sem dúvida, os fisioterapeutas recebem muito mais do que oferecem. O trabalho com os pacientes é um aprendizado constante. Tem momentos difíceis, mas muitos divertidos e emocionantes.
Mais do que o fisioterapeuta incentivar o paciente, o principal é o contrário: cada paciente nos incentiva a continuar estudando e se esforçando cada vez mais para ajudá-los.
27 de janeiro de 2009 em 18:42
Olá!
Muito legal seu blog. Parabéns!
Adorei a história de como decidiu ser fisioterapeuta!
Abraço.
28 de janeiro de 2009 em 18:17
Obrigada, Mariana!
Fui visitar o seu blog e fiquei encantada! Muito bom, parabéns!
27 de abril de 2009 em 8:24
Realmente linda su história!!!
Eu estou no 2º ano de fisioterapia e cada dia mais apaixonada pelo curso e pela profissão.
Gostaria de assistir a esse filme… Que tb vleria como atividade complementar para o curso.
Se puder me mandar o site para eu baixar o filme… Não estou consiguindo achar…
Obrigado. bjs…
27 de abril de 2009 em 8:38
Obrigada, Vanessa! Que bom que você está gostando da profissão!
No Youtube você encontra o filme dividido em várias partes, mas sem legenda, procurando pelo nome original do filme (Regarding Henry). Com o mesmo nome, você consegue encontrar o filme completo no site Mininova, também sem legenda. Depois, procurando por legenda regarding henry, você as consegue. Então, precisa de um programa para reunir tudo.
27 de abril de 2009 em 22:39
Valeu pela dica!!!
Td de bom!!!
bjs….
31 de julho de 2010 em 17:35
Adorei sua história, que, por sinal, é lindíssima, sobre a escolha da profissão de Fisioterapia. Sou estudante de fisioterapia, no meio do curso agora. Inicialmente, era medicina que eu queria, mas fiz o vestibular pra fisio, iniciei o curso, embora com algumas dificuldades, eu me apaixonei e estou tentando seguir em frente. Adorei seu texto sobre a fisioterapia, obrigada por dividir sua história conosco, vou tentar assistir o filme. Espero um dia conseguir me tornar sua colega de profissão.
Tudo de bom!!!
Abraço
31 de julho de 2010 em 19:15
Karen, torço pra que você continue na profissão e que ela a realize. Por mais que tenha dificuldades (como qualquer outra), a fisioterapia traz muitas alegrias!
Abraço pra você tambe?!
10 de outubro de 2010 em 11:30
Olá Renata!
Nossa fiquei emocionada com sua história!
Achei seu blog por acaso, estava fazendo uma pesquisa sobre o filme, que assisti essa semana na aula de psicologia. Adorei o filme e indico a todos que querem fazer parte dessa profissão!
Sou estudante de fisioterapia e sou apaixonada pela profissão, estou fazendo estágio em neuro adulto e cada vez que vejo a evolução do paciente eu me sinto realizada.
Muita saúde pra você, pra que continue exercendo a profissão e ajudando mais pessoas!
abraços!
10 de outubro de 2010 em 11:39
Olá, Cassia! Quando alguém escolhe a profissão que gosta, realmente, essa realização e esse encantamento não acabam nunca! Há alguns dias relembrei isso quando, depois de muito tempo, voltei a atender pacientes adultos de neuro. É emocionante ver o resultado do esforço do paciente e saber que fizemos parte desse processo!
Saúde pra você também, e muito sucesso na profissão. Já aproveito para desejar, adiantada, um ótimo dia do fisioterapeuta! Abraços!
15 de março de 2013 em 11:37
Oiii, eu assisti o filme na faculdade, faço fisioterapia também, e estava aqui na net pesquisando mais sobre o filme e achei seu blog. Realmente o filme é lindo, só nos da ainda mais vontade de continuar …
Pena que eu não achei ele ainda pra comprar
Muito sucesso, beijos
22 de março de 2013 em 16:40
Oi, Ana Paula. Também não consegui comprar o filme… Sucesso pra você também! Beijo!