46 Comentários

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  1. Irene gomes Coelho
    Irene gomes Coelho 29 de agosto de 2008 às 16:24 | | Responder

    Tenho muita dificuldade de guardar fisionomia das pessoas. Às vezes acabo de conhecer, e quando encontro não reconheço, fico até com vergonha.

  2. Luiz Strobel
    Luiz Strobel 4 de maio de 2009 às 14:15 | | Responder

    Parabens,foi direto e bem objetivo,era o que eu sempre esperei encontrar respostas rapidas e objetivas.sempre estou pesquisando sobre doenças,e este site me parece ser o que estava procuando.Mais uma vez parabens.

  3. Clederson Patricio
    Clederson Patricio 4 de junho de 2009 às 13:10 | | Responder

    Tenho dificuldades em reconhecer pessoas se estas estiverem fora do lugar onde geralmente interajo com elas, isso tambem pode ser diagnosticado como prosopagnosia?

  4. Vicente Rodrigues de Almeida
    Vicente Rodrigues de Almeida 5 de junho de 2009 às 10:34 | | Responder

    Somente agora tomei conhecimento de que não sou o único portador desta deficiencia chamada Prosopagnósia.
    Somente percebi não lembrar rostos, quando na década de 90, minha esposa passava muitos dias ausente com nossas filhas que estudavam na capital: Fortaleza, e dias depois que ela viajava, notei que não lembrava mais do seu rosto. Tive um baita susto na primeira vez. Mas verifiquei que isto ocorria também em relação a outras pessoas conhecidas, pois passados alguns dias também não lembrava sua fisionomia.
    No principio a minha esposa criou caso, não acreditando, e creditando o fato a uma invenção minha por causa de; provavelmente outra mulher.
    Não me preocupei com o fato, pois, não interferia em meus negócios de maneira acentuada, dava para passar, salvo quando se tratava de um cliente recente. Ai como eu não lembrava do rosto, não podia identificá-lo pelo nome. E ai eu o deixava falar para aos poucos lembrar com quem estava lidando. Ainda hoje é assim.
    Hoje 19 anos depois, fiquei sabendo de que não estou sozinho. Contudo lhes afirmo: é uma barra.
    Vicente Rodrigues de Almeida

  5. Juliana Alves
    Juliana Alves 19 de junho de 2009 às 20:58 | | Responder

    Eu tambem tenho muita dificuldade em reconhecer rostos novos, mas meu maior problema é lembrar dos rostos, posso estar olhando para o rosto da minha mae ou para meu reflexo no espelho, se eu fechar os olhos nao consigo imaginar os rostos. Isso pode ser considerado um caso de prosopagnosia?

  6. alex graciano
    alex graciano 11 de outubro de 2010 às 12:17 | | Responder

    sempre admirei pessoas que conseguiam descrever como eram os rostos uma vez que eu mesmo sentia enorme dificuldade para tal. Me sentia ‘burro’ em relação a isso. Porem o mais bizarro era não me reconhecer nos retratos. ‘esse sou eu?’ me questionava. Hoje entendo que sou prosopagnósico- êta nome equisito!
    Inconscientemente desenvolvi estratégias para burlar essa deficiencia para reconhecer os outros . Eu vejo o cabelo, algum sinal, corpo,etc. Tenho sucesso em muitos casos; noutros , um verdadeiro fiasco.

  7. Michele Munique
    Michele Munique 14 de outubro de 2010 às 15:37 | | Responder

    Agora estou aliviada pelo fatode saber que não estou ficando louca e nem sou tão distraida assim, mim chamava até de “broca” mas, agora sei que é essa tal doença.
    Não reconheço rostos, principalmentes os recentes, e as pessoas que não vejo a tempos, até parentes, carros para mim são todos iguais e facilmente me perco em um lugar ou local queñão conheço, tenho essa dificulfdade também de reconhecer um lugar, facilmente fico perdida. Aa pessoa me chamam de metidas por que não falo com elas, miais como falar com quem você já nem sabe quem é? é díficil e nem adianta eu siar dizendo o que tenho, aspessoas também não iriam compreender, sofro na faculdade porque não consigo saber quem é quem, e no trabalhop também, imagina uma professora que não distingue os alunos, já pensou?

  8. Marcia
    Marcia 13 de dezembro de 2010 às 16:15 | | Responder

    Procurei isso pq acho que tenho.
    Eu marco as pessoas pela forma de vestir, pelo cabelo… e só consigo reconhece-las depois de um convívio demorado, e mesmo assim, após algum tempo sem ver, esqueço como era o rosto.

    Quando eu era criança, ficava um tempão olhando no rosto das pessoas que conhecia, tentando “marcar” alguma característica para poder reconhecê-las depois. Com a adolescência isso não foi mais possível e passei a conviver com a dificuldade e ignorar os problemas.

    Hoje mesmo, no trabalho, recebi 2 RGs para cadastrar, quando fui devolver os documentos, não conseguia identificar pela foto quem eram as pessoas, embora os dois fossem bem diferentes um do outro.

    Outra coisa que também me espanta é o fato de que eu não me reconheço no espelho, nem em fotos. Só consigo saber quem sou eu nas fotos pelas roupas que sei que tenho, e já me aconteceu ver a foto de outra pessoa com uma roupa igual e ficar um tempão intrigada pelo fato de não lembrar de ter tirado aquela foto… até que percebi que era outra pessoa, que segundo meu esposo, era muito diferente de mim.

  9. SUELI MENDES
    SUELI MENDES 21 de fevereiro de 2011 às 18:11 | | Responder

    ESTA DOENÇA TENDE A PIORAR COM O TEMPO OU TEM CURA??ALÉM DE NÃO RECONHEÇER AS PESSOAS AINDA CONFUNDO UMA COM OUTRA QUE NADA TEM A VER ,O QUE MAIS PODE AFETAR E QUAL O TRATAMENTO??OBRIGADO!

  10. Lurdeo Moura
    Lurdeo Moura 9 de março de 2011 às 17:02 | | Responder

    Se procurasse alguém e pedisse informação a respeito creio que não obteria com tanta simplicidade e clareza, pois me vi no artigo. Tenho 56 anos e convivo com esse drama. Pode parecer estranho mas no meio da multidão não conheço nem mesmo a minha esposa. Meus filhos quando tinha que pegá-los no colégio, se não ficassem atentos ficariam, pois no meio dos demais meninos, todos uniformizados era impossível conhecê-los.
    Ah, tem mais não me conheço em foto e nem em espelho, por uma infinidade de vezes já dei lugar a minha propria imagem, quem se dirige à mesma porta para qual estou indo, e não poucas vezes atrapalho quem vem após mim, principalmente nos bancos em razão das portas de vidro.
    Isso não me preocupa, muito pelo contrário convivo sem o menor problema, e chego a rir de mim mesmo, junto com meus familiares, pois para eles essas “gafes” jásão corriqueiras em minha vida.

  11. Lurdeo Moura
    Lurdeo Moura 9 de março de 2011 às 17:08 | | Responder

    Convivo com esse drama há mais de 50 anos. Não tenho qualquer preocupação, inclusive as gafes que ocorrem comigo servem para me divertir quando estou em família, vez que para minha família isso é normal acontecer comigo.
    Inumeras vezes já desvie de mim mesmo em portas de vidro, com a “boa” intenção de oferecer passagem a quem está vindo do lado oposto.
    Na multidão não conheço nem mesmo a minha mulher. Quando saímos juntos preciso guardar a cor da roupa, pois caso contrário me sinto perdido e me causa um certo receio imediato, mas logo me refaço e parto a busca da pessoa que está comigo.
    Meus filhos, quando estudavam inumeras vezes os deixei, pois não os conhecia entre os demais meninos uniformizados.

  12. Irene Rabelo
    Irene Rabelo 13 de abril de 2011 às 10:19 | | Responder

    Quando eu assisto filme ou novela, às vezes eu não sei quem é quem. todos são muito parecidos.

  13. diogo
    diogo 16 de maio de 2011 às 0:20 | | Responder

    Tem vez que eu não reconheço o meu rosto, demora 2 segundo para eu reconhece que sou eu, isto já avia acontecendo e parou não e freqüente a penúltima vez foi a 5 anos e a última foi ontem, chego a me assusta

  14. Vinicius
    Vinicius 14 de junho de 2011 às 11:55 | | Responder

    Reconheço as pessoas do meu cotidiano( familiares e amigos) vejo os rosto e tudo mais, mas quando eu conheço pessoas novas se eu ver depois na rua eu não a reconheço e as vezes demoro uns 5 segundos para reconhecer, so reconheço depois da 3/4 vez que eu a vejo e converso, isso pode ser prosopagnosia?

  15. Tiago
    Tiago 28 de agosto de 2011 às 17:54 | | Responder

    Fico feliz por descobrir que possuo propagnósia. Agradeço a Ciência Humana por esclarecer esta questão. Espero contribuir para a Ciência em breve. Espero que este sistema social que valoriza mais aquele que possue riqueza a aquele que possui conhecimento desapareça logo mais…

  16. Dayze
    Dayze 3 de outubro de 2011 às 9:08 | | Responder

    Enfim, pude me diagnosticar:
    Quantos e quantos médicos , já perguntei qual era o meu problema e nenhum soube explicar, muito menos entender a minha queixa, dizendo apenas que era distração. Sempre comentei este problema com os amigos….parecia que eu era a única portadora deste distúrbio, pois todos admiravam o fato de eu não reconhecer as pessoas .
    Acabei de saber que o meu caso é hereditário pois, papai era igualzinho, não reconhecia rosto de ninguém. Na calçada do edifício em que morava há anos, não reconhecia os vizinhos de apartamento, que via e conversava todos os dias .
    Este problema também me acompanha há anos, meu marido precisa ficar falando: Olha fulano, olha cicrano…..passo a maior vergonha.
    Muitas vezes confundo um com outro, e o pior é que , eles não tem nada a ver , completamente diferentes…..então rimos….fazer o quê?
    Muitas vezes fico tentando gravar rostos de pessoas que me interessam , para não ter que passar por esta dificuldade tempos depois, porém de nada adianta.
    Nestes anos todos já fui muito retalhada por este problema, embora involuntário. Não me reconheço nas próprias fotos.
    Na multidão, mesmo há pouca distância, não reconheço nem as pessoas que tenho contato em atendimentos recíprocos do dia a dia. Na rua ou lugares públicos, só reconheço pessoas muito íntimas, é um horror. Muitas vezes, estou numa festa, faço amizades proveitosas, que eu gostaria muito que permanecessem em minha vida, porém no dia seguinte, nem as cumprimento, pois não as reconheço.
    Este problema me atrapalha muito até em filmes que assisto, pois muitas vezes não identifico algum personagem , pior ainda, me confundo um com outro.
    Na verdade, até rimos muito lá em casa, dos foras que dou.
    Um abraço a todos e boa sorte!

  17. Dário Gomes
    Dário Gomes 1 de novembro de 2011 às 5:39 | | Responder

    Olá! Tenho um problema muito parecido , e para poder me lembrar das pessoas associo-a a algum fato ou lugar, tenho um caso interessante: Certo dia levei minha filha a um hospital para fazer um exame gastrointestinal, então fiquei a espera na porta, de repente sai uma moça da sala conduzida por uma enfermeira, e nada de minha filha sair ( pensava eu) só depois de alguns minutos eu reconheci , por causa da roupa que era mesmo minha filha.
    Tenho muita dificuldade em reconhecer pessoas.
    Parece que meu caso é pior que o de todos. um abraço.

  18. Braga Filho
    Braga Filho 28 de dezembro de 2011 às 8:09 | | Responder

    Eu ha muito tempo tenho essa dificuldade de reconhecer pessoas.. amigos que fico algum tempo sem ver.. pessoas novas que conheço preciso de um tempo de convivência pra reconhecer o rosto.. eu não conhecia como doença.. mas agora assistindo a um filme (Visões de Um Crime) vim saber que se trata de uma doença chamada prosopagnosia… mas aviso aos meus amigos “se um dia eu não o reconhecer me perdoe mas eu tenho esse problema de memoria” já sofri muita vergonha com isso… é horrível.

  19. Sandra Maria
    Sandra Maria 22 de maio de 2012 às 8:41 | | Responder

    Há muito tempo tenho dificuldade de reconhecer pessoas… só depois de um tempão de convivência é que consigo reconhece-las novamente. Sofri muito por causa dessa situação e muitas vezes fui chamada de prepotente, exibida… perdi muitas amizades que gostaria de ter por não reconhece-las, por isso meu círculo de amizade é pequeno. Fiquei muito feliz em descobrir este site porque pude perceber que não sou burra (como sempre achei que era), na verdade estou diante de um problema de saúde.
    Cometi tantas gafes que decidi me manter mais distantes das pessoas ( já que não adiantava eu procurar conhece-las, pois logo iria esquecer); agora vou tentar algumas formas de superar este problema ou pelo ao menos diminuir, pois a partir desse conhecimento que adquiri eu passei a me compreender melhor.

  20. Rosana
    Rosana 15 de julho de 2012 às 19:03 | | Responder

    Vou compartilhar com vocês a minha história. Quando criança sofri um acidente e tive um TCE ( Traumatismo Cranio Encefálico), fiquei com afundamento no cranio. Tenho vários Fragmentos osseos ainda espalhados. O que acreditem me causa muita dor de cabeça, no sentido literal e esta não cessa nunca, mesmo com medicação. Depois disso adquiri a Prosopagnosia, ainda criança. Vivo com ela desde então. Sempre fui diagnosticada como uma pessoa desatenciosa, apesar de minhas notas escolares serem sempre altas. Hoje sei que se trata de uma disfunção neurológica. Não reconheço rostos e nem mesmo lugares. Não reconheço minha prória casa, eu mesma, meu marido, nem mesmo minha filha. Aprendi com os anos a reconhecer as pessoas pelo padrão da voz. Lógico… que se alguém tem o timbre parecido… me confundo. Mas quero apenas encorajar aqueles que tem esta disfunção. Vocês… nao tem problemas de memoria… tem uma disfunção… se um dia estiverem chateados com isto façam como eu… veja os dias como sempre um novo dia… pois para nós… todos dias e todas as pessoas são novas… sua vida sempre é um recomeço… a todo tempo.
    Que Deus abençõe a todos!

  21. Vicente Almeida
    Vicente Almeida 29 de julho de 2012 às 22:14 | | Responder

    Eh…

    Renata Pinheiro:

    Passei apor aqui em junho de 2009 e deixei meu comentário sobre PROSOPAGNOSIA por que me identifico com sintomo.

    Estudei bastante o tema e até descrevi nos Blogs da minha região. Me identifico com muitos dos sintomas ligados a essa deficiencia mental.

    O maior dano é mesmo a gente não conseguir lembrar um rosto amigo.

    Diferentemente do comentario 15 – Lurdeo Moura, jamais consegui lembrar o rosto da minha esposa, esteja ela presente ou ausente, sozinha ou na multidão. Estou casado há 43 anos e confesso que é angustiante, por que é a pessoa que mais amo nesta vida. Não consigo fazer penetrar em minha mente os seus traços faciais. Entretanto, somos muito felizes.

    Quanto a reconhecer outra pessoa, continua valendo o comentário 6 e uso um único artifício para identificar: Deixo que ela vá falando até abordar um tema sobre o qual temos interesse comun, ai lembro identifico com quem estou tratando. Cabelo, roupa e outras estratégias não funcionaram em mim por que jamais decoro essas coisas individualmente.

    Quanto ao comentário 13 – Sueli Mendes, respondo por mim: A PROSOPAGNOSIA não foi causada por distúrbios ou acidentes, nasceu comigo e não é progressiva, isto é; não piora com o tempo, e não devemos confundir com sintomas de ALZHEIMER causados pela morte de células cerebrais, após os 50 anos tornando a pessoa incapaz de reconhecer rostos familiaras.

    Veja matéria que escrevi no meu Blog: laboratoriosideral.blogspot.com

    A cura ainda é deconhecida para ambas.

    Vicente Rodrigues de Almeida

  22. maria aparecida castro silva
    maria aparecida castro silva 9 de setembro de 2012 às 12:17 | | Responder

    Olá pessoal,
    Acho que sou portadora de prosopagnosia, pois tenho imensa dificuldade de reconhecer pessoas, até parentes, se não os vir diariamente.
    Gostaria de saber se existe tratamento para este distúrbio.
    Antecipadamente agradeço,
    Abraços
    Aparecida.

  23. Raquel Pacheco Silva
    Raquel Pacheco Silva 19 de dezembro de 2012 às 20:04 | | Responder

    Boa noite, Renata, a minha irmã, há mais ou menos 10 anos, não consegue lembrar dos rostos, principalmente dos familiares mais próximos. Ela disse que fica tudo escuro. Qual o tratamento adequado? Agradeço a sua atençao e aguardo um retorno.
    Fique com Deus.

    Raquel Pacheco Silva
    Contagem MG

  24. Vicente Rodrigues de Almeida
    Vicente Rodrigues de Almeida 6 de janeiro de 2013 às 18:19 | | Responder

    É…

    Renata.

    Vi o seu e-mail sobre o caso da Rachel Pacheco.

    A prosopagnosia, já sabemos, não é uma doença é uma disfunção orgânica de memorização e não são todos os rostos que esquecemos, alguns é possível memorizar, outros não há estratégia que resolva. Acontece comigo.

    Infelizmente quando conversamos com alguns médicos sobre esse fenômeno, a maioria desconhece tratamento e desconversa. Normalmente indica mendicamentos para memória.

    No meu caso, nunca sofri acidentes, momento em que alguns perdem a memória, total ou parcial. Então posso dizer que a minha vem desde meu nascimento.

    No caso da irmã da Rachel, pode ser que somente agora ela tenha percebido esse fato. Comigo foi assim, só percebi em 1990 conforme já narrei em comentário anterior aqui mesmo nesta postagem.

    Muitos rostos amigos não consigo lembrar, consequentemente não sei com quem estou falando, mas a medida que vão conversando vou juntando os pausinhos e montando meu quebra-cabeça pessoal. Tem se tornado angustiante o fato de não conseguir lembrar o rosto da minha esposa e já usei de todos os meios estratégicos.

    A medicina tem estudado pouco essa disfunção e ai ficamos no compasso de espera.

    Vicente Almeida

    Visite nosso blog: laboratoriosideral.blogspot.com

  25. Maria Marcia Pires
    Maria Marcia Pires 5 de setembro de 2013 às 23:04 | | Responder

    Também tenho este problema. Muitas vezes passei por situações constrangedoras. Para reconhecer uma pessoa é necessário ter estado com ela “1000 vezes”. Por mais que explique a minha dificuldade, parece que não acreditam. Só fiquei um pouco mais tranquila quando a Marta Medeiros, em uma de suas crônicas, confessa que também sofre do transtorno.
    Para disfarçar um pouco quando entro num ambiente dou um sorriso e um grande sorriso como se conhecesse a todos. Então quem me conhece se aproxima. Ai começo uma conversa bem geral: como vai? e o seu pessoal? O que vc anda fazendo? … Até conseguir uma dica de quem é a criatura!

  26. Alan
    Alan 18 de setembro de 2013 às 0:43 | | Responder

    Nossa q alivio !! Eu achei q era o unico e quando eu descobri pensei q eu era ruim d memoria mas não sou eu falo inglês francês e espanhol fluentemente e as palavras vem automáticas não esqueço de nenhuma,mas rosto eu não consigo reconhecer ja fiz d tudo mas não da, é engraçado dizer mas eu uma vez achei uma foto de uma aluna no colegio onde eu estudava e entreguei pra outra pessoa pensando ser a mesma………ja me pararam varias vezes na rua chamando meu nome mas nunca sei quem é e isso é muito ruim.

  27. Alex Graciano
    Alex Graciano 18 de setembro de 2013 às 22:04 | | Responder

    Oi, Renata.

    Em 2010 eu deixei aqui nesse espaço meu comentário sobre a prosopagnosia. Reconheço que tenho o problema e até desenvolvi estratégias para desvencilhar-me de situações embaraçosas nas minhas relações interpessoais. Mas, devo confessar, muitas vezes não é fácil lidar com isso. No dia 16/09/13 estava saindo do meu serviço e um rapaz cumprimentou-me todo empolgado:
    – E aí, cara, tudo bem?
    – (…)
    – Tá lembrando de mim?
    – Olha, sinceramente, não.
    – Eu fiz o curso contigo, não lembra?
    – Ah, tá.. ( na verdade não lembrei nada.) Tudo bem?

    Bom, a conversa continuou, mas, muito constrangido por essa situação porque não me lembrava dele.
    É isso o que tenho a dizer. Espero que esse pequeno relato ajude a todos aqueles que convivem com esse drama sem saber que isso tem nome: Prosopagnosia. E que isso não é invenção, mas real.
    Um abraço.

  28. Vicente Rodrigues de Almeida
    Vicente Rodrigues de Almeida 19 de setembro de 2013 às 15:52 | | Responder

    É…

    Geeente!

    Que doidêra essa tal de Prosopagnosia!

    No meu caso, bem de vida, aposentado, mas ainda trabalhando, com quase 7.0 nos couros, até que já não tenho mais problemas que dificultem o meu cotidiano.

    Contudo, muito me preocupa aqueles que dependem da memória para conquistar seu espaço e têm dificuldades em memorizar um rosto amigo ou daquele com que têm transações comerciais e afins como é o caso de um vendedor, um contador, e o que dizer de um médico?

    Tornei-me interessante para alguns amigos e clientes por que sempre explicava para eles que, caso nos encontrássemos e eu não demonstrasse conhecê-lo, não era esnobação, mas, por que não conseguia catalogar rostos em minha memória.

    Por isso, muitas pessoas quando me encontravam iam logo dizendo: Ei Almeida, eu sou fulano. E nessa brincadeira muito me ajudavam evitando constrangimento.

    Entretanto há aqueles com quem não tenho essa liberdade e preciso lembrar com quem estou falando. Nesse caso vou montando o meu quebra-cabeça pessoal a medida que conversamos.

    E assim, convivendo amigavelmente com esta limitação vou passando o tempo e realizando as tarefas que me competem nesta terra.

    Devo esclarecer que apenas não lembro rostos, entretanto, jamais esqueci minhas obrigações com clientes, ou um texto lido em qualquer tempo.

    Vicente Almeida

  29. Eliseth Catusso
    Eliseth Catusso 17 de abril de 2014 às 8:30 | | Responder

    Nossaaa!
    Nunca imaginei que isso fosse uma doença ou que outras pessoas possuíam!
    Sofri muito na minha adolescencia por não conseguir guardar a fisionomia das pessoas, e tinha que me manter sempre muito atenta para os familiares.
    Era taxada de esnobe, orgulhosa, etc… Com isso não conseguia manter amizade alguma. Passava cada ridículo!
    Hoje depois de tantos anos ja me acostumei e isso faz parte natural da minha vida, mas saber que existe outras pessoas assim, confesso que me consola bastante.
    Agradeço ao site pela informação.
    Eliseth

  30. sonia maria campos
    sonia maria campos 9 de maio de 2014 às 19:27 | | Responder

    Nao reconheço meus filhos se estiver em lugar estranho, tipo numa loja, ou mesmo cruzando com eles na rua. As apresentadora de jornais, as morenas de cabelos curtos, sao todas iguais, as loiras sao todas iguais. Me sinto estranha quanto a isto, pois as vezes passo vexame com parentes que nao reconheço. Se vou na loja, nao sei qual moça ta me atendendo.

  31. REGINA
    REGINA 14 de maio de 2014 às 22:41 | | Responder

    Nunca imaginei que isso fosse uma doença ou mesmo, que outras pessoas possuíam, até que ví uma reportagem no Jornal a Tribuna -ES, onde uma médica, fala sobre a doença, inclusive que a mesma possuía, desconhecida para a maior parte das pessoas.
    Antes quando adolescente achava até natural, não conseguir guardar a fisionomia das pessoas, tinha que me manter sempre muito atenta para aqueles que conviviam comigo, não de forma continua, porque de certa forma as reconhecia.
    Era taxada de esnobe, orgulhosa etc… Com isso, quase não conseguia manter amizade . Certa vez, perdi um amiga, porque não a reconheci, e a mesma achava que era, porque a mãe dela era problemática, nunca mais a ví, porem, ela comentou com outras pessoas. Hoje depois de tantos anos, me acostumei e, isso faz parte natural da minha vida. Mas, me incomoda o fato de magoar outras pessoas. porém, saber que existe outras pessoas assim, é gratificante, me consola bastante.

  32. VICENTE RODRIGUES DE ALMEIDA
    VICENTE RODRIGUES DE ALMEIDA 21 de maio de 2014 às 14:58 | | Responder

    REGINA:

    Bem vinda ao time dos prosopagnósticos. Somente no Brasil somos mais de quatro milhões e na verdade a maioria nem percebe ser portador de Prosopagnosia.

    Ainda hoje, se formos ao médico e comentar que não lembramos de alguns rostos, muitos deles receitarão uma droga para a memória, que, claro não fará efeito.

    Desde que descobri ser portador dessa disfunção leio tudo sobre casos de pessoas que não conseguem memorizar rostos.

    Ainda não conheço um estudo técnico e acentuado sobre essa anomalia pessoal, não enfermidade, não hereditária.

    A prosopagnosia não nos atrapalha até conhecermos alguém em algum momento, nos tornarmos amigos e em novo encontro dias depois, não o reconhecer. Realmente a pessoa achar que estamos esnobando.

    Fato interessante comigo é que alguns rostos não esqueço, já outros, dias depois resta uma ténue lembrança de que aquela pessoa pessoa não me é estranha, mas não lembro de onde a conheço ou onde nos encontramos.

    Vicente Almeida

  33. Thamirys
    Thamirys 30 de julho de 2014 às 8:36 | | Responder

    Bom dia! Não sei ao certo se o que tenho trata-se de prosopagnosia, porém uma amiga me aconselhou a procurar orientações, mas não faço ideia de como e quais as devidas providencias a serem tomadas. Minha falha em reconhecer os rostos acontece momentaneamente, me assusta no momento por que pessoas do meu convívio habitual tornam-se desconhecidas por alguns instantes causando-me um sensação de desorientação. A principio considerei como algo irrisório e insignificante porém com o passar do tempo vêm se repetindo com mais frequência deixando-me cada vez mais preocupada.

    Thamy Leonel

  34. Caio Fuhr
    Caio Fuhr 21 de setembro de 2014 às 7:44 | | Responder

    Descobri recentemente e por conta própria que eu tenho prosopagnosia comentei com minha mãe e ela disse que sofria do mesmo problema, não cheguei a consultar nenhum especialista, pois pelo visto se sabe muito pouco. Eu vejo que meu grau é leve já cheguei a não reconhecer parentes, e pra conhecer algumas pessoas demora algum tempo tenho que vê-la várias vezes vejo que uma das minhas maiores dificuldades é guardar nome e um pouco de dificuldade em orientação e nome de ruas, pra mim que sou geógrafo é terrível.
    Na adolescência meu primeiro emprego foi em uma lanchonete e era pequena 7 mesas, na hora de receber a conta eu nunca sabia onde a pessoa estava sempre tinha que ficar perguntado em qual mesa estava para receber a conta, meu segundo emprego foi em um estoque de uma livraria, demorei alguns meses para identificar onde estava as mercadoria tive bastante dificuldade no começo, depois deu tudo certo era um ou outro produto que tinha alguma certa dificuldade em encontrá-lo.
    Uma das coisas que me ajuda muito é o xadrez, jogo todo dia pela internet ou final de semana com amigos, depois que eu comecei a praticar melhorou muito e tem me ajudado bastante. O xadrez ele é bom para crianças imperativas, combate o Alzheimer você nunca vai ver um enxadrista com problema de memória. Como está sendo pra mim gostaria de compartilhar com vocês.

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