Prevenção, diagnóstico e tratamento
Há uns dois ou três anos, vi uma reportagem no programa Auto Esporte, da Globo, sugerindo o uso do farol baixo durante o dia. Afirmava que cidades ou países que haviam criado a obrigatoriedade dessa medida por lei registraram queda no número de acidentes de trânsito. A luz do farol seria um fator para aumentar a visibilidade e favorecer a noção da distância a que se está desse carro. Assim, seria mais fácil perceber a aproximação de um carro buscando a ultrapassagem, a visualização precoce de um veículo na contra-mão ou a simples aproximação de um carro, para o pedestre. Na época, comecei a usar a luz baixa ao dirigir na BR, mas não ainda dentro da cidade, exceto quando muito nublado ou chovendo. Há uns dias lembrei desse fato ao sair de casa, pouco depois das 17 horas. O sol estava se pondo mas o céu estava azul e o dia bastante claro. Ainda assim, vários carros já trafegavam com o farol aceso.
Bom, mas o que isso tem a ver com um blog sobre saúde? Muito! Acidentes de trânsito levam não apenas a danos materiais e muito incômodo. Um movimento brusco no momento da freada pode causar dores, uma fratura pode levar a problemas ortopédicos, uma lesão na medula levar à necessidade do uso de cadeira de rodas, um trauma no crânio causar uma paralisia, bem como levar à morte.
A segurança no trânsito é, sim, questão de saúde. E qualquer medida que possa diminuir o risco de acidentes deve ser divulgada, principalmente sendo tão simples quanto acender o farol de seu carro.
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