Prevenção, diagnóstico e tratamento
Assitindo TV, ouvi falar em colonterapia. Nunca havia lido nada sobre o assunto, então resolvi pesquisar para resolver a curiosidade. Encontrei opiniões bastantes diferentes: desde profissionais que a recomendam para quase qualquer pessoa até pesquisadores absolutamente contrários à prática. Seguem, então, as informações que encontrei, a favor e contra a colonterapia.
A colonterapia é uma limpeza de uma porção do intestino, o cólon, feita com água pura.
A colonterapia também é conhecida como hidroterapia do cólon.
A colonterapia visa eliminar impurezas que permanecem aderidas às paredes do intestino, combatendo assim doenças relacionadas ao seu mau funcionamento.
O uso da colonterapia começou na Alemanha há aproximadamente 100 anos.
O cólon é irrigado com água até que seja completamente preenchido. Para isso, é utilizado um aparelho ligado a um filtro por onde passa a água. Uma cânula é inserida no paciente, levando um litro de água, e outra cânula retira a água com as fezes. Durante esse processo, o paciente permanece deitado.
Antes da sessão, é feita uma consulta para avaliar as condições do paciente e afastar a possibilidade de presença de contra-indicações. É então prescrito um preparo para o cólon e dieta sem farinha, carnes e laticínios. Após a sessão, é feita uma reposição de lactobacilos.
A recomendação é que se realizem 6 a 10 sessões em dias consecutivos ou alternados. O seguimento do tratamento se dá através de sessões anuais.
Existem médicos, terapeutas e fisioterapeutas habilitados a utilizar o método.
Não, pois a colonterapia, ao contrário de laxantes e enemas, não utiliza medicamentos, apenas água pura e filtrada.
Qualquer pessoa está exposta ao risco de engasgar. A natureza curiosa da criança e sua maior fragilidade, entretanto, potencializam bastante esse risco.
Alguns consideram que a diferença entre engasgo e asfixia é que o primeiro permite em parte a passagem do ar, enquanto a asfixia é um bloqueio completo das vias aéreas. Outro afirmam que o engasgo é o ato de deglutir (engolir) incorretamente, que pode causar a asfixia.
As maiores causas de asfixia são o engasgo com alimentos e a aspiração de pequenos objetos. Ao invés de seguir para o esôfago, o caminho para o estômago, o alimento pode passar para a laringe, seguindo para os pulmões. O mesmo acontece com caroços de feijão e pecinhas de brinquedo que crianças colocam na boca ou no nariz. A comida ou o objeto levam a um bloqueio da passagem do ar, causando a asfixia.
Os principais sinais e sintomas da asfixia são: falta de ar ou dificuldade para respirar, pele azulada ou arroxeada (principalmente sob as unhas e ao redor dos lábios), batimentos cardíacos acelerados e tosse. Existem também sinais e sintomas para os casos em que houve aspiração mas não asfixia: febre, suor e alteração da voz.
Nem sempre se percebe imediatamente que houve aspiração, especialmente com crianças pequenas. Isso é muito comum de acontecer com o leite, especialmente quando dado através de mamadeira com o bebê deitado. Em crianças com paralisia cerebral ou síndrome de Down, por exemplo, são frequentes os casos de pequenas aspirações repetitivas que, apesar de não causarem quadros graves de asfixia, levam a dificuldades respiratórias e infecções de vias aéreas, como a pneumonia. Acompanhei alguns desses casos na Escola Especial: crianças frequentemente com quadros de febre baixa, passando por várias consultas com pediatras e neurologistas, sendo submetidas a exames, e nenhuma alteração capaz de causar o aumento da temperatura sendo diagnosticado; a febre era causada por quantidades muito pequenas de comida ou bebida que eram aspiradas para os pulmões a cada refeição.
No site do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais você pode ver fotos ilustrando essas manobras.
Pessoas que se engasgam com frequencia, tanto adultos quanto crianças, devem procurar um otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo para identificar as causas. Os engasgos podem ser sinal de doenças importantes, especialmente problemas neurológicos.
Por coincidência - ou não - li em seguida dois feeds sobre o mesmo assunto. A Veridiana falou sobre Alzheimer, mostrando o relato de um filho sobre o pai com a doença, e sobre a Neuróbica. Já a revista Mente e Cérebro fala sobre uma possível causa do Alzheimer: infecções.
A doença de Alzheimer, bem como outros tipos de demência, leva à perda de memória, alterações de comportamento. O tratamento, em geral, apenas retarda o avançar da doença e procura controlar agressividade, alterações do sono, comprometimento dos movimentos e outros problemas consequentes à doença. Identificar e conhecer mais profundamente as causas possibilitaria um melhor tratamento para quem tem Alzheimer, além de permitir a prevenção de alguns fatores.
Sabe-se que pessoas com melhor nível cognitivo, ou seja, que adquiriram muito conhecimento ao longo da vida, através de estudo, leitura, desafios, têm Alzheimer com uma evolução mais lenta e sintomas ligeiramente mais brandos. Em pessoas com nível cognitivo baixo a evolução costuma ser bastante rápida e agressiva. Com essa informação, sabemos que podemos diminuir os riscos da demência estimulando o cérebro, lendo, estudando, aprendendo, criando desafios como os sugeridos pela Neuróbica (por exemplo, usar o relógio no outro braço, escovar os dentes com a outra mão, andar de costas, comer alimentos diferentes, fazer novos caminhos para o trabalho).
A informação de que infecções podem causar Alzheimer, já comentada há mais de um século por Alois Alzheimer, o descobridor da doença, possibilita um tratamento inicial mais rápido. Alguns dos possíveis causadores de infecção são Herpes simplex tipo 1 e Chlamydia pneumonia. O uso de antibióticos logo após o diagnóstico de Alzheimer reduziria o quadro inflamatório causado pela infecção e, consequentemente, poderia deter a progressão da doença.
Por enquanto, ainda nos resta esperar que mais pesquisas sejam feitas para confirmar esses estudos e, quem sabe, descobrir outras formas de tratamento para deter o avanço do Alzheimer.
Você consegue imaginar como seria não sentir nenhum cheiro? Hoje a Milena falou sobre isso, contando a história de seu pai:
… Ele perdeu o olfato. Assim como se perde um botão de camisa, perdeu o aroma das coisas… Foram anos de operações que nunca trouxeram o cheiro da chuva, da macarronada ou da esposa de volta. Com o tempo, se acostumou…
O que aconteceu com o pai da Milena tem um nome: anosmia.
Anosmia é a perda do olfato, ou seja, a incapacidade de sentir cheiros.
Além de não conseguir sentir cheiros, em geral o paladar fica comprometido. O paladar é responsável por cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e unami (associado ao glutamato monossódico, ou aji-no-moto). A diferenciação entre dois alimentos doces, por exemplo, depende também do olfato, que auxilia na identificação das características de cada um.
A anosmia pode ter origem genética ou ser causada por traumas ou doenças: traumatismos cranianos, cirurgias no nariz, gripe, rinite, sinusite, polipose nasal, alergia, lesão do nervo olfativo, obstrução das fossas nasais, tumores, problemas neurológicos como Alzheimer síndromes congênitas e problemas psicossomáticos.
Dependendo da causa, a anosmia não tem cura. Uma lesão grave do nervo olfativo, por exemplo, pode não permitir reconstituição, enquantouma obstrução de fossas nasais pode ser removida cirurgicamente.
O tratamento da anosmia envolve o uso de corticóides, hidratação oral, repouso, analgésicos e cirurgias para desobstruir a cavidade nasal. Você deve procurar um otorrinolaringologista, que irá definir o tratamento adequado ao seu caso.
A anosmia pode levar a situações de risco, como não sentir o cheiro do gás que está vazando ou perceber que a comida está estragada. A perda do paladar também pode causar distúrbios alimentares, como a diminuição do apetite.
Se, no seu caso, não houver tratamento e você precisar conviver com a anosmia, faça como o pai da Milena:
… Ele se adaptou à sua deficiência, à sua meia-percepção, e fez do problema, compensação: hoje, é capaz de dizer do que uma sopa é feita numa só colherada…
Aftas são lesões não contagiosas na mucosa da boca.
As aftas são causadas por:
As aftas podem ser evitadas:
Com o uso de pastilhas com esteróides, anti-séptico bucais com clorexidina ou antibactericidas, porém sempre com recomendação de um médico ou dentista.
Recentemente, na sala de espera de uma clínica, estava olhando alguns folhetos. Um deles citava sintomas como dor de cabeça matinal, sonolência excessiva, dificuldade de concentração, irritabilidade e alterações do humor, entre outros. O diagnóstico? Apnéia do sono obstrutiva. Mas isso será assunto pra outro post. Agora quero falar sobre outra situação que pode levar a sintomas semelhantes: o estresse causado pelo trabalho.

Foi realizada uma pesquisa pela USP de Ribeirão Preto sobre os infartos às segundas-feiras. O coordenador do estudo, Juan Yaslle Rocha, afirmou que o “gatilho é disparado pelo estresse que o retorno ao trabalho representa. A conclusão foi de que o número de pessoas que sofrem infartos nas segundas-feiras é 25% maior que a média dos outros dias da semana”. Percebeu o que acontece? O stress de ter que voltar a um trabalho por si só estressante ou desgastante é tão grande que o corpo entra em colapso com o infarto.
Mas não é preciso chegar a esse ponto para entender os sinais que seu organismo dá de que pode ser hora de mudar de emprego. Os sintomas do primeiro parágrafo são alguns deles. Indisposição, insônia, sonolência, ansiedade, excesso de apetite, falta de apetite, ganho de peso, perda de peso, agravamento de doenças como asma, enxaqueca, hipertensão, gastrite, lombalgia, problemas dermatológicos e úlceras, são outras possibilidades. A pressão ou a insatisfação com o emprego podem levar a diversas doenças. Muitas vezes, cada uma delas é tratada isoladamente, sem que se leve em consideração que pode haver um motivo por trás delas.
Sem dúvida, isso não acontece apenas pelo trabalho. Problemas familiares, depressão e outras doenças também podem causar esse quadro. Não estou falando aqui para você mudar de profissão a cada dificuldade que surgir. Nem abandonar o emprego de uma hora pra outra, afinal não dá pra deixar de lembrar que dinheiro é necessário sim. Mas fica o alerta para que você esteja atento ao que sente, às reações do seu organismo, às suas necessidade. Percebendo que essa é a causa do problema, planeje, pesquise, se organize, procure o que for melhor para você.